Esse ano o Ministério da Educação se viu em uma cilada: Roubaram a prova do seu pricincipal exame, o ENEM, por conta dissomilhares de estudantes, principalmente os paulistanos, tiveram suas vidas reviradas, já que as faculdades decidiram nao usa-lo, e as que iam usar, coincidiram com as datas.
O tema da redaçao, que exigiu a assinatura do aluno, foi a Ética. A mairia, acreditem, falou da falta de ética da prova. Como que um exame sério como esse pode ter tido essa falha? E outra, até mais grave, como o exame poderá valer como diploma do ensino médio? O estudante "normal", frequentou os 3 anos, estudando, ou não, mas fez provas, foi à aula, e o governo dá esse direito a quem sequer se preocupou com a escola. E se engana quem achou que esse direito serve para estudantes idosos(esses frequentam porque querem aprender). Esse direito vale para quem tem 19, 20 anos, ou seja, aqueles que deveriam e tem condições de estarem em uma escola.
Outro fato que me chamou a atençao, foi a troca "acidental" da folha do gabarito, para com as provas do ENADE, outro exame, mas dessa vez para medir a capacidade do unioversitário, e que não foi divulgada. E mais, a prova era uma verdadeira propaganda do governo federla. Lula já não basta o orçamento do seu filme ser o mais caro da "história desse país", agora quer usar o ENADE? Se queria campanha para a ministra que reduzisse o preço dos boletos para ver o filme.;
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